Para Percival, o governo não assegura os direitos que já existem, nem os novos. Avalone, por sua vez, contrapõe com alegação de que a proposta vai amparar os funcionários públicos de possíveis acidentes fatais e, com isso, proteger os familiares. Ele assegura que entre os serviços segurados está o atendimento de emergência por equipes médicas.
A cobertura do seguro deve contemplar, no mínimo, os eventos que impeçam o prosseguimento da viagem. A estimativa é que despesas com serviços funerários em casos de falecimento ou invalidez também sejam cobertas. A indenização, nestes casos, deverá considerar os proventos mensais do servidor.

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